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A Fórmula 1 terá sua quarta corrida neste final de semana, no Azerbaijão. A Ferrari, contudo, já tem o sinal de alerta ligado, depois dos fracassos nas três primeiras provas desta temporada. A Mercedes, principal rival, continua sendo a escuderia a ser batida no momento.

Mesmo com as cobranças da mídia italiana, o chefe da Ferrari, Mattia Binotto, afirmou que a pontuação não reflete exatamente o que vem acontecendo na temporada 2019 da F1.

“É difícil falar se está subindo e descendo porque no fim acho que a Austrália certamente foi uma exceção nesse respeito, onde a diferença foi muito, muito grande, talvez ainda hoje não explicada. Por outro lado, em Barcelona, Barein e China, a diferença foi de apenas pouco décimos, muito pequena. Isso é o que você deve esperar entre dois carros muito fortes e similares em vários aspectos. Certamente sabemos onde estão os nossos limites do nosso carro e que esses limites devem ser enfatizados em alguns circuitos comparados com outros”, comentou.

Binotto, ainda adotou o discurso da cautela. Segundo o chefe, o campeonato ainda tem muitas provas a serem realizadas. Dessa forma, a Ferrari pode de forma lenta e gradual, evoluir ao longo das corridas. Porém, para que isso aconteça, o dirigente vê como fundamental um desenvolvimento adequado do carro.

“Acho que a chave será desenvolver tanto o carro, que o façamos ficar ainda mais forte no futuro. Ainda está muito cedo para nós, temos de olhar todos os dados e processar nossa performance na relação com eles. Acho que a competição é muito dura e há corridas em que você talvez esteja na frente por alguns décimos e corridas em que você estará atrás. Se você vir a velocidade da Mercedes na China, acho que eles estavam fortes”, emendou Binotto.

Com 68 pontos, Lewis Hamilton lidera o Mundial de F1. A próxima corrida está marcada para este domingo, às 09h10 (horário de Brasília), no Grande Prêmio de Azerbaijão.

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