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O técnico Fernando Diniz teve dificuldades para comentar a eliminação do São Paulo na fase de grupos da Copa Libertadores após a derrota para o River Plate por 2 a 1, em Avellaneda, na Argentina. Sem chances matemáticas de avançar as oitavas de final, o comandante tricolor lamentou o ocorrido, mas adotou um tom de que, por mais difícil que isso seja, é preciso deixar mais um fracasso para trás.

“Faltaram algumas coisas. Jogamos mal as partidas na altitude, contra LDU e Binacional. Temos que olhar para frente, melhorar, nos solidarizar com os torcedores. Não tem como arrumar desculpas, argumentos, nessas horas. O São Paulo não é um time para cair na fase de grupos da Libertadores. É trabalhar, olhar para frente. No Campeonato Brasileiro já temos jogo no fim de semana”, afirmou Diniz.

De acordo com o técnico do São Paulo, embora a derrota para o River Plate tenha sacramentado a saída do time da competição, foi o revés para o Binacional que acabou definindo os rumos do Tricolor na Libertadores, uma vez que os argentinos e a LDU venceram o time de Juliaca, mas não na altitude. Por causa da pandemia, esses dois jogos dos peruanos aconteceram no nível do mar.

“Perder nunca é normal para o São Paulo, mas a derrota para o Binacional pesou muito mais. Tínhamos totais condições de definir a partida no primeiro tempo. Perder nunca é normal, mas o River Plate é um time muito mais qualificado, que está jogando em casa”, prosseguiu.

“O que mais pesou foi o jogo do Binacional, uma derrota que nos deixou pressionados o tempo todo. Depois, os times acabaram não jogando na altitude, tivemos que buscar esses pontos fora, que não conseguimos. Também não conseguimos vencer o River no Morumbi, mas o jogo contra o Binacional foi o mais importante para a nossa eliminação precoce”, completou.

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