COMPARTILHAR

Atacante ainda não sabe onde irá jogar em 2020 (Foto: Rosiron Rodrigues/Goiás E.C.)

Após uma temporada de muito destaque com a camisa do Goiás em 2019, o atacante Michael, de 22 anos, já começa a ser especulado em diversos clubes, e recentemente teve seu nome ligado inclusive ao Corinthians. O jovem, no entanto, prefere despistar sobre seu futuro, e não crava qual camisa vai vestir em 2020.

Nesta segunda-feira, após ser eleito a revelação do Campeonato Brasileiro no Troféu Bola de Prata, o jogador revelou que pede para que seus empresários sequer lhe falem sobre as negociações acerca de seu destino.

“Meu futuro só quem sabe é Deus, nem eu sei, pra te falar a verdade. Meus procuradores, o clube, peço para que ninguém me fale nada e decidam o que for melhor para eles. Meu ano não tem como descrever em palavras. Não acreditei que seria revelação, mas fui feliz, abençoado, sou um cara que tenho que agradecer a Deus de joelhos. Hoje poder estar aqui ganhando prêmio ao lado de jogadores como Bruno Henrique e Arrascaeta é algo para agradecer a Deus”, disse.

Michael também garantiu que é feliz no Goiás, e novamente, não demonstrou ansiedade para definir o seu futuro.

“Fico feliz pelo carinho de milhões de pessoas que me mandaram mensagem, agradeço o carinho, a atenção, tenho contrato com o clube até 2021, se for pra sair, que seja a vontade de Deus, do clube e dos meus agentes. Se for pra sair, amém. Se não for, amém. Estou feliz, sou feliz no Goiás”, afirmou.

Por fim, o atacante ainda passou uma mensagem motivacional, relembrando as dificuldades que passou antes de se destacar no Goiás.

“No começo do ano até comentei com a minha namorada, será que eu vou conseguir jogar? Porque muitas pessoas falaram que eu era pequeno demais, magro demais, e eu deixei isso afetar a minha vida. Mas, eu entendi que o impossível é questão de pessoas que não lutaram suficientemente pelos seus sonhos e não querem que eu lute pelos meus. Falei que ia dar meu melhor. Ano passado teve um jogo que eu perdi um gol na cara do gol e ao invés de me vaiarem, eles me aplaudiram. A partir daquele dia ia jogar mais por eles do que por mim, porque tinha que devolver o que eles fizeram por mim”, completou, se referindo também aos torcedores do Esmeraldino.

Guilherme Serrano e Marcelo Baseggio

Facebook Comments