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Fonte: Reprodução/Freestocks

O futebol brasileiro teve um aumento no número de casos de doping nos últimos anos, em decorrência de uma série de remédios utilizados incorretamente nos jogadores, principalmente os com base de corticoides – aquelas infiltrações para que o atleta possa jogar sem dor. Ao longo dos primeiros anos do século, vários casos de doping marcaram nosso futebol. Vamos relembrar alguns deles.

Jobson

O jogador atuava pelo Botafogo quando foi pego no exame, que apontou uma substância encontrada na cocaína. Jobson admitiu o uso da droga e foi punido pelo STJD, inicialmente com dois anos longe dos gramados. Depois, a pena foi reduzida e o atleta voltou em seis meses. Porém, nunca retomou o bom futebol que apresentava na época, e se manteve envolvido em polêmicas.

Romário

Em 2007, ano de seu gol mil, Romário foi suspenso por 120 dias, após ser flagrado com finasterida, substância encontrada nos remédios para calvície. O atacante reconheceu o uso do remédio e teve a pena anulada, podendo voltar a atuar. Poucos meses depois, o baixinho se aposentou.

Dodô

Também em 2007, o artilheiro dos gols bonitos caiu no exame antidoping. A substância encontrada foi o femproporex, uma anfetamina presente em remédios utilizados para emagrecimento. Os medicamentos com essa substância foram proibidos no Brasil em 2011, mas liberados novamente em 2017. foi flagrado no exame antidoping depois de uma partida pelas eliminatórias da Copa do Mundo, entre Brasil e Paraguai. A substância era a hidroclorotiazida, que mascara a presença de outras substâncias ilícitas. A punição da FIFA foi de um ano. Depois desse período, o jogador voltou ao Shakhtar, se destacou, foi convocado para a Copa do Mundo da Rússia e partiu para o gigante inglês.

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