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O São Paulo vive a expectativa de voltar às quartas de final da Copa Libertadores após cinco anos. A última edição do torneio que contou com a presença do Tricolor na fase em questão foi em 2016, quando o técnico Edgardo Bauza conduziu a equipe até a semifinal, sendo eliminada pelo Atlético Nacional, campeão naquela temporada.

Nos últimos anos o São Paulo chegou às quartas de final da Libertadores em 2005, 2006, 2008, 2009 e 2010. Acostumado a figurar como um dos favoritos ao título temporada após temporada, o Tricolor perdeu força no continente, e nesta terça-feira, após empatar em 1 a 1 com o Racing, no Morumbi, é o azarão na briga pela ida à próxima fase.

A própria comissão técnica chefiada por Hernán Crespo vê a presença do São Paulo no mata-mata da Libertadores como um grande feito. Em 2019, o Tricolor foi eliminado na Pré-Libertadores pelo modesto Talleres. Já no ano passado, caiu na primeira fase, competindo em um grupo que também contava com Binacional, do Peru, LDU, do Equador, e River Plate, da Argentina.

“Terça vamos jogar uma oitavas de final depois de cinco anos. Estamos construindo algo grande. Não sei se serei parte disso no futuro, mas a realidade é essa”, afirmou Crespo no último sábado, após a derrota para o Fortaleza por 1 a 0, no Morumbi, pelo Brasileirão.

Para esta partida, Crespo contará com o retorno de Miranda e Rigoni. O zagueiro está recuperado de uma mialgia na panturrilha esquerda, enquanto o meia-atacante argentino vinha tratando um edema na coxa direita e, aparentemente, também está livre dos incômodos musculares.

Após o empate em 1 a 1 no Morumbi, o Racing joga pelo empate sem gols para se classificar às quartas de final da Libertadores. Para o São Paulo avançar, será preciso de um empate por 2 a 2 ou mais gols, ou uma simples vitória em Buenos Aires.