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Nesta quarta-feira, a organização do Aberto da Austrália, primeiro Grand Slam do ano, divulgou a lista de atletas com força máxima que disputarão o torneio em janeiro de 2019. O destaque entre os inscritos é o britânico Andy Murray, afastado do circuito durante 2018 por lesão e que acabou entrando devido ao ranking protegido.

Isso significa que um jogador lesionado por um período mínimo de seis meses pode pedir um esse ranking protegido, que será baseado em sua classificação média durantes os três primeiros meses de dua lesão, para entrar nos principais torneio ao voltar da lesão.

Assim, Murray, atual número 259 do mundo irá se juntar ao atual bicampeão do torneio, o suíço Roger Federer, e ao restante do Big Four, o líder e vice-líder Novak Djokovic e Rafael Nadal, respectivamente.

Vale lembrar que o espanhol, com lesões no tornozelo e na região do abdômen, não disputa uma competição desde setembro. Mas o diretor do torneio, Craig Tiley, garantiu que esteve em contato com o Toro Miúra e que “ele estará de volta em plena forma”.

Na chave feminina, Serena Williams “voltará a Melbourne pela primeira vez desde seu título de 2017, quando estava grávida de oito semanas”, afirmou Tiley. A americana de 37 anos não entra em quadra desde a final perdida do Aberto dos Estados Unidos, em setembro, ebuscará na Austrália o igualar o recorde de 24 títulos de Grand Slam que pertence a Margaret Court.

Sem um nome sequer no top 100, o Brasil não colocou representantes na chave do torneio e terá que esperar o qualificatório para ver se algum atleta nacional conseguirá uma vaga.

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